“Neste país de paletos – Sabe o que são paletos?
São saloios, em castelhano…”
- in revista Os Meus Livros -
"A saudade é o amor que fica."
Será por isto que dizem que é dos carecas que nós gostamos mais? «É a realidade, stora!» - responde um aluno todo despachado.
Lá se foi o silêncio...
A parte boa de trabalhar até tarde é de na Primavera ver os dias a crescer. A parte boa de trabalhar até tarde é de no Verão ir para casa já pela fresca. A parte boa de trabalhar até tarde é de no Outono ter por companheiro o cheirinho a castanha assada. A parte boa de trabalhar até tarde é de nesta altura que nos lembra já o Inverno ter por guia todas as lusinhas de Natal já acesas...
Agarrei em muitos, muitos dos compact que tinha num canto e não ouvia há uns tempos - aqueles que comprei, que me ofereceram, que de alguma maneira aqui vieram ter a casa ou por cá ou algures foram gravados. E eis que dei por mim neste dia de hoje que é na verdade já o dia de amanhã a bater o pé... só para não bater os dentes!!! Rrrr que frio! 
"Este livro, com cheiro a morango ao longo de todas as páginas, despertará o interesse dos mais pequenos e serve de moldura aromática à prosa incomparável de Alice Vieira, autora que dispensa apresentações e que, nestes contos didácticos, com a mestria que lhe é conhecida, vai conduzir as crianças no caminho da leitura, apresentando-lhes vocabulário, jogando com as palavras e brincando com a gramática e acentuação."

A dificuldade está em saber se somos nós que penetramos nele ou se é ele que se funde em nós...
Estas coisas não têm idade. São familiares. Uma verdadeira festa de trabalho.
“Todas, mesmo quase todas, as pessoas pequenas quando crescem se transformam em pessoas grandes. As mãos tornam-se compridas – e são capazes de um adeus que se distingue à distância; os dedos longos, e às vezes tão longos, que quando apontam ficam para lá da vista, perto de tocarem o que querem apontar. As pernas são quase pontes sem água, arcos enormes por onde se passa; e entre cada passo que dão, cabem vinte ou trinta mais pequenos, ou então uma corrida de lebre em disparada. […] Os olhos deixam de ser de ver ao perto, e por isso não conseguem reparar, mesmo que queiram, nos olhos das formigas, que são de um verde-escuro, quase terra.John Grogan é o dono de Marley. Com os direitos vendidos em vinte e cinco países e quase cinquenta semanas seguidas no top do New York Times, parece evidente que Marley e Eu é muito mais que apenas um livro sobre um cão. Será que contando (também) a história do seu cão “imprevisível”, “único” e “irrepetível” o achará mesmo o “pior cão do mundo”?